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11/03/2012

Ja foi enganada?

Eu fui; hoje de tarde. 

Explico: sabe quando você compra um produto por um preço (tá lá na prateleira a plaquinha) e no caixa passa outro? Pois é; aconteceu comigo hoje na @ lá do Boulevard Shopping aqui em BH. 

Peguei uma caixinha de absorvente interno (tipo Ob) da marca Intimus e o preço era R$ 8,95. Do lado dela tinha a mesma caixinha em "promoção" por R$ 9,60 por que vinha com uma latinha pra levar os absorventes na bolsa. 

Fui pro caixa com o Leandro e na hora que a moça estava registrando os produtos meu telefone tocou e me afastei pra atender. Ele pagou a compra e fomos embora. 

Vale registrar que ele tinha visto o preço do tal absorvente e nem se preocupou em conferir a soma lá no monitor do caixa. Também é justo dizer que o monitor é posicionado de forma que você precisa ter o pescoço de uma girafa pra enxergar o que está registrado. Sem contar que até hoje achava que a @ era uma empresa idônea.

Chegando na casa da minha mãe mais tarde sentei pra procurar um outro cupom fiscal e peguei o da Araujo pra conferir; qual não foi a minha surpresa ao ver o preço registrado para o absrovente de R$ 8,95: me cobraram 13,50.

A hora que eu vi o shopping já estava fechado (domingo as lojas aqui fecham as 20:00) e pensei em procurar outra loja da Araujo pra resolver. Pelo valor ser muito pequeno achei que ia ser simples; eu tinha a nota fiscal e o produto...

Aí vim em uma loja que tem perto da minha casa e contei pra vendedora a situação. Ocorre que na loja não tinha o tal absorvente no mesmo tamanho do que eu adquiri (pra quem não sabe esse produto é vendido em tamanhos diferentes de acordo com o fluxo menstrual) mas tinha outros da mesma marca custando os mesmos R$ 8,95 e também tinha o tal "promocional" com a latinha por R$ 9,60 em todos os tamanhos.

Resumo: me falaram que eu tinha que voltar lá no Boulevard Shopping, bem distante da minha casa, pagar o estacionamento de lá de novo, pra ver na loja em que eu comprei o produto se eles me devolviam a diferença.

Falei com a vendedora e com duas pessoas encarregadas (acho que uma era a gerente) e a única coisa que me responderam foi isso. Aqui não tem como resolver. 

Por favor alguém me diga que ainda não fiquei louca e é um absurdo a empresa não me restituir os R$ 4,55 da diferença.

Claro que se eu visse que o produto custava R$ 13,50 (eu teria visto se tivesse outra plaquinha além da de R$ 8,95) eu tinha comprado o "promocional" com a latinha por R$ 9,60!

E claro que não vale a pena me deslocar da minha casa ao shopping e pagar R$ 5,00 de estacionamento só pra tentar receber a diferença do preço de uma caixinha de absorvente.

Então o que me resta é compartilhar aqui a minha #indignação com a referida Drogaria e pedir que as pessoas que lerem este post (e concordarem com ele, é claro) manifestem-se e o divulguem.

Quem sabe a @ não sente #vergonha deste comportamento e me devolve meus R$ 4,55?

Ahhh, mas é tão pouquinho, alguns poderão argumentar; não vale o trabalho. Alguém jão foi ao #procon por causa de R$ 4,55?

Mas e se todo mundo passar por essa situação ao menos uma vez? Quanta grana as empresas ganham em cima de pessoas desatentas que não percebem essa "falha" na hora de registrar o preço e depois não conseguem (ou não acham que vale o tempo e o desgaste - eu fiquei uns 15  minutos tentando) reaver o dinheiro?

Gostamos de reclamar sobre o desvio de grandes cifras, os políticos corruptos e tal; mas e os grãozinhos que enchem o papo de tantas galinhas por aí?
 
Pra comprovar:a foto da minha nota fiscal com o produto e a foto do promocional na outra loja. Lá não tinha o mesmo tamanho que eu comprei mas olha o preço do outro tamanho...



 

25/08/2011

Corrupção, você já pensou nisso?


O vídeo é fantástico e está no youtube. Foi veiculado fazendo parte de uma campanha do Ministério Público e da Associação Catarinense. 

Vale super a reflexão.

15/08/2011

#florestafazadiferenca

Integrantes de 97 organizações da sociedade civil, movimentos sociais, parlamentares e ex-ministros participaram na última sexta-feira (5), na capital paulista, do lançamento do Comitê Paulista em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável Contra o Projeto de Lei Complementar 30/2011, que altera o Código Florestal Brasileiro. Também foi lançado um abaixo-assinado contra o projeto do novo código.

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva disse que o comitê dá a oportunidade de as pessoas saírem do papel de observadoras e passarem a agir. Ela citou uma pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada em junho, que constatou que 79% da população têm posição contrária ao texto do senador Aldo Rebelo (PCdoB-SP), relator do projeto. “Espero, sinceramente, que consigamos mobilizar as pessoas para que elas deem sustentabilidade política aos 81 senadores. Eles podem fazer uma atualização do Código Florestal à altura das necessidades do Brasil”.

João Paulo Rodrigues, representante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), disse que o momento é propício não só para fazer o debate sobre as mudanças no Código Florestal como para incluir outros segmentos na discussão. “Nós, do campo, pequenos agricultores, não fomos consultados. A referência de agricultura que foi consultada é a do grande agronegócio que tem como principal base a monocultura, o uso demasiado de agrotóxicos e, acima de tudo, a depredação do meio ambiente”.

O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) enfatizou que o novo Código Florestal atenta contra o interesse coletivo nacional. “O que está em jogo nessa proposta não é um problema só ambiental ou agrícola. Está em jogo a vantagem comparativa de uma nação e um processo histórico que conservou grande parte de sua biodiversidade, florestas, água e solo e que pode ser uma potência. Está em jogo também o modelo agrícola e agrário”.

O ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero lembrou que o Código Florestal pode trazer ainda consequências internacionais ao país, como a repercussão negativa da aprovação do texto na Rio+20 - Conferência das Nações Unidas em Desenvolvimento Sustentável. “Isso não se limita a uma questão só de de imagem ou do fracasso anunciado de uma conferência. É que existem compromissos inúmeros que o Brasil assumiu em fóruns internacionais que podem se tornar inviáveis caso determinadas mudanças incluídas no projeto da Câmara sejam consagradas no texto final”, alertou. O abaixo-assinado já está disponível na internet no site florestafazadiferenca.com.br/assine.


Por Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil

Vi aqui

14/08/2011

Deixe as baleias namorarem


Entre os frequentadores mais ilustres de Abrolhos estão as baleias jubarte que, vindas da Antártida, todos os meses de julho e agosto, usam as suas águas límpidas, como temperatura média de 24 graus, como uma espécie de suíte nupcial e berçário. É lá que elas se reproduzem e amamentam seus filhotes.


Esse ciclo reprodutivo das jubarte está em rota de risco desde que Abrolhos entrou na alça de mira da indústria do petróleo. O governo já licitou para dez empresas 13 blocos de exploração na região. Um acidente como o do Golfo do México pode ser fatal para a natureza e colocar fim ao turismo e a pesca na região, atividades responsáveis pela sobrevivência de mais de 80 mil pessoas.

É por isso que o Greenpeace Brasil pede ao governo e às empresas uma moratória de 20 anos na exploração de gás e petróleo em Abrolhos. Se você também acha que Abrolhos, pela sua importância como bem natural do país, deve ficar fora dos planos de exploração de petróleo, participe do abaixo-assinado. Ele será entregue aos principais dirigentes das empresas petrolíferas e representantes do governo.
Clique aqui, assine e Deixe as baleias namorarem

13/07/2011

Com a Avaaz



Urgente:  O presidente do Sudão, al-Bashir, acusado de genocídio e assassinatos  em massa, iniciou outro ataque brutal contra seu próprio povo. Vamos  exigir que nossas lideranças prendam al-Bashir e protejam o povo do  Sudão! 

30/06/2011

Deu até vontade de fazer igual

Recebi estas imagens por e-mail hoje; quem mandou disse que elas foram tiradas em Jaraguá do Sul (SC). Concordo absolutamente que não precisamos de mais vereadores ou deputados ou senadores. Aliás, precisamos de menos, por que os que estão lá (claro que não todos) não estão fazendo absolutamente nada por nós. Então, como não tenho grana pra bancar um outdoor desses deixo aqui no blog meu apoio.